quinta-feira, 31 de maio de 2012

Algumas Reflexões Acerca do Mês Espírita.

Queridos Amigos:
Há pouco mais de uma semana terminava o 17º Mês Espírita de Peruíbe, Itariri e Pedro de Toledo.
Cremos ser hora de abrirmos espaço para as reflexões que visem aperfeiçoá-lo.

Parece que se consolidam os objetivos da existência do evento, a saber, a divulgação do Espiritismo para um público cada vez maior na região, o encontro de elementos para a prática da reforma íntima, e a confraternização entre os trabalhadores das diversas casas.

Dentro do primeiro aspecto citado, a divulgação, queremos crer que se mostraram dispensáveis a abertura e o encerramento em outros locais que não sejam as próprias casas. Em verdade, a busca de locais mais amplos, apesar de meritória, trazia transtornos na parte organizacional, como a necessidade de equipes de limpeza e arrumação, transporte de cadeiras, etc.
E podemos afirmar que o espaço das nossas casas maiores comporta bem o tipo de evento e a quantidade de público que se visa atingir.
O que se pode e deve aperfeiçoar, neste quesito, talvez seja a criação de um calendário fixo, que contemple a abertura e o encerramento, por exemplo, no Emmanuel e em Nosso Lar, respectivamente.
Algo a ser estudado e discutido amplamente.

Um ganho indiscutível foi a criação de um cerimonial, que funcionou muito bem, com as devidas ressalvas de nossas falhas, haja vista não sermos e nem pretendermos ser profissionais da área. Uma atração musical, uma pessoa para falar em nome da USE, a designação de alguém da casa para as preces e o sorteio, o fornecimento de livros pela USE, etc., se mostrou um cerimonial simples, eficiente e confiável. Ponto para o Rafael e sua equipe, que o desenvolveram. E, portanto, devemos ouvir suas opiniões acerca disto.

E por falar em equipe, o fato de haver a designação de trabalhadores (Jair, Marta, Joaquim, Contreras, e outros) para fotos, som, filmagem, etc., em muito facilita a organização, especialmente para as casas. Há de se pensar, apenas, em ampliar essa equipe, pois os mesmos estiveram sobrecarregados.

E falando em sobrecarga de trabalho, o Grupo Musical Instrumentos de Esperança em muito nos alegrou com sua presença, ainda mais que até pouco tempo atrás não havia quem preenchesse essa lacuna. Como é gratificante ver estes trabalhadores, por quem temos um carinho especial devido á sua constância e entrega ao trabalho, tocar e "nos tocar" no coração. Mas esperamos sinceramente que outros trabalhadores se sintam motivados á entrarem nessa seara da Arte Espírita, como já o fez nossa querida Giovana Lucarini.

Continuando nossas reflexões, precisamos ressaltar o alto nível das palestras, tanto de nossos convidados da USE (José Nilson, Eulália e Caetano de Santis), quanto especialmente dos expositores locais ( Renate, Kátia, Sérgio, Lourdes e Marluce). É de se lembrar que até recentemente não dispunhamos de quadros confiáveis para tal realização. O que demonstra que devemos insistir e aprofundar o processo de formação dessas pessoas, bem como a permuta delas entre nossas casas, elemento essencial de aquisição de vivência e confiança nessa área.

Por fim, que maravilhoso foi constatar a presença de trabalhadores de todas as casas da região em praticamente todas as palestras. Somente para citar, em Pedro de Toledo, local mais distante geograficamente, confraternizavam pessoas de todas as casas de Peruíbe, além de membros do Lírio Celeste de Itariri. Isto é a evidência do aumento de nossa união, e pode sugerir que os trabalhadores cada vez mais se veêm como trabalhadores do Movimento Espírita, e não de uma Casa Espírita, especificamente. E que, portanto, o trabalhador de outra casa é um igual, a quem devemos levar nossas melhores energias, amparar e apoiar sempre que pudermos.

Diversos outros aspectos poderiam ser abordados, mas tornariam maior este texto, do qual já pedimos desculpas pela extensão.E aproveitamos para afirmar mais uma vez que ele não pretende conter verdades absolutas, apenas opiniões que visam iniciar o debate.

Mantenhamo-nos em Jesus! E que Assim Seja!

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