Queridos Amigos:
Como nos juntamos ás preces, prestamos esclarecimentos, repassando esta notícia que recebemos do GEELD, de Mongaguá:
19-12-2011 - 18:00 horas
Raul já se encontra no Brasil.
Fez ótima viagem no último final de semana e agora se encontra muito bem instalado em SÃO PAULO onde continuará o seu tratamento de reabilitação com fonoaudiologia, fisioterapia e terapia ocupacional.
A primeira avaliação com a terapeuta ocupacional foi muito positiva e estamos aguardando as avaliações dos demais profissionais.
As despedidas do Hospital nos Estados Unidos foram emocionantes. Diversos profissionais da área de reabilitação vieram despedir-se dele deixando mensagens carinhosas de estímulo. O seu último dia foi marcado por diversos contatos com profissionais que manifestaram grande interesse por nossa Doutrina de Luz, a partir da observação da conduta serena do nosso querido irmão diante do desafio que se lhe apresenta.
Continuamos encarecendo que nossos companheiros de fé continuem com suas orações pelo nosso irmão, posto que as preces têm contribuído sobremaneira para sua recuperação.
Saudações Fraternas
Diretoria da SEF.
Grupo de Estudos Espírita Léon Denis - GEELD
http://www.geeld.blogspot.com/
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Mensagem Útil no Natal
Queridos Irmãos:
Eis mais uma mensagem recebida mediunicamente em nossas reuniões.
Essa, pelo alto valor literário e pelo ineditismo, merece profunda reflexão.
Abraços fraternos á todos!
Crônica da Minha Mudança
Vou me mudar, você não quer vir comigo?
Decidi mudar porque assim não dá para ficar mais.
Vou mudar. Quem quiser vir junto terá que aguardar um pouquinho, porque tenho algumas coisinhas a providenciar.
Antes da mudança vou escancarar meus armários. Vou verificar meus objetos que não uso.
Vou selecionar meus pertences.
Vou dar o supérfluo aos carentes.
Vou dar minhas roupas, meus agasalhos. Eles estão amontoados, presos num canto de algum móvel. Foram roupas que me agasalharam e me enfeitaram. Roupas que me aqueceram do frio, que foram passear comigo, que foram dançar e até amar em longos passeios com meus amores da época.Vou dar liberdade para estas roupas, porque elas est]ao minhas prisioneiras.
Elas que tanto me agasalharam estão frias, quase congelando. Você sabe que roupas guardadas congelam? Ficam frias porque imitam os corações de seus proprietários, que recusam a dar, dividir.
Roupas congeladas emboloram, embolorando cheiram mal.
Vou também dar os meus sapatos em excesso. Calçados que me acompanharam nas jornadas diárias, nos trabalhos, em casa, nas festas, e até dançando muitas valsas da felicidade.
Vou colocá-los para caminhar novamente, dançar novamente, só que em outros pés.
Vou dar os brinquedos desprezados pelos meus filhos.
Eles também precisam ser felizes. Sabe, brinquedos também ficam tristes sem a companhia das crianças.
Talvez eu até saia para brincar com elas. Quero correr, jogar bola, peteca, pular amarelinha, correr com os cachorros, e se os gatos tiverem coragem, poderão correr junto.
Quero com as crianças comer bolo, lambuzar a cara com doce de caramelo.
Quero tocar a campanhia e sair correndo. Quero ser criança de novo.
Ah! Vou dar também meus livros. Livros que já satisfizeram minha curiosidade e agora estão num canto, amontoados.
Vou doá-los, porque quero que eles deixem de ficar mal-humorados.
Livros guardados, sem uso, ficam ranzinzas. Ficam como certos velhos que ficam em casa, sem alegria, zangados, incomodando todo mundo. Ou seja, velho ranzinza! Portanto, vou querer que meus livros riam novamente. Quero vê-los com a boca escancarada (ou melhor, com as páginas abertas), distribuindo emoções, cultura, ensinamento.
Antes de me mudar, vou limpar o porão.
Quero deixar tudo limpinho. Vou tirar o limo que está acumulando no depósito dos meus lixos.
Quanto lixo: vaidade, orgulho, maledicência, egoísmo, avareza, e muito mais.
Vou limpar, vou jogar tudo fora.
No lugar dos armários, porão outro móvel que deixarei vazio, encherei de amor.
O amor será o combustível que suprirá o veículo que fará minha mudança.
Este veículo é meu espírito. Ficarei vigilante para que ele sofra constante manutenção, para que nunca falte este combustível que nada consome: o amor.
Para onde vou?
Vou em busca do paraíso, em busca do lugar que Deus nos ensina o caminho, e onde poderá haver somente felicidade.
Quer vir junto comigo?
Onde eu vou, qual é o lugar?
Este lugar fica bem pertinho de cada um de nós. Sabe onde fica? No seu interior, em nosso coração.
Mas para chegar lá preciso antes de mais nada: Fazer a minha mudança!
Irmã Auxiliadora, Graças á Deus
Eis mais uma mensagem recebida mediunicamente em nossas reuniões.
Essa, pelo alto valor literário e pelo ineditismo, merece profunda reflexão.
Abraços fraternos á todos!
Crônica da Minha Mudança
Vou me mudar, você não quer vir comigo?
Decidi mudar porque assim não dá para ficar mais.
Vou mudar. Quem quiser vir junto terá que aguardar um pouquinho, porque tenho algumas coisinhas a providenciar.
Antes da mudança vou escancarar meus armários. Vou verificar meus objetos que não uso.
Vou selecionar meus pertences.
Vou dar o supérfluo aos carentes.
Vou dar minhas roupas, meus agasalhos. Eles estão amontoados, presos num canto de algum móvel. Foram roupas que me agasalharam e me enfeitaram. Roupas que me aqueceram do frio, que foram passear comigo, que foram dançar e até amar em longos passeios com meus amores da época.Vou dar liberdade para estas roupas, porque elas est]ao minhas prisioneiras.
Elas que tanto me agasalharam estão frias, quase congelando. Você sabe que roupas guardadas congelam? Ficam frias porque imitam os corações de seus proprietários, que recusam a dar, dividir.
Roupas congeladas emboloram, embolorando cheiram mal.
Vou também dar os meus sapatos em excesso. Calçados que me acompanharam nas jornadas diárias, nos trabalhos, em casa, nas festas, e até dançando muitas valsas da felicidade.
Vou colocá-los para caminhar novamente, dançar novamente, só que em outros pés.
Vou dar os brinquedos desprezados pelos meus filhos.
Eles também precisam ser felizes. Sabe, brinquedos também ficam tristes sem a companhia das crianças.
Talvez eu até saia para brincar com elas. Quero correr, jogar bola, peteca, pular amarelinha, correr com os cachorros, e se os gatos tiverem coragem, poderão correr junto.
Quero com as crianças comer bolo, lambuzar a cara com doce de caramelo.
Quero tocar a campanhia e sair correndo. Quero ser criança de novo.
Ah! Vou dar também meus livros. Livros que já satisfizeram minha curiosidade e agora estão num canto, amontoados.
Vou doá-los, porque quero que eles deixem de ficar mal-humorados.
Livros guardados, sem uso, ficam ranzinzas. Ficam como certos velhos que ficam em casa, sem alegria, zangados, incomodando todo mundo. Ou seja, velho ranzinza! Portanto, vou querer que meus livros riam novamente. Quero vê-los com a boca escancarada (ou melhor, com as páginas abertas), distribuindo emoções, cultura, ensinamento.
Antes de me mudar, vou limpar o porão.
Quero deixar tudo limpinho. Vou tirar o limo que está acumulando no depósito dos meus lixos.
Quanto lixo: vaidade, orgulho, maledicência, egoísmo, avareza, e muito mais.
Vou limpar, vou jogar tudo fora.
No lugar dos armários, porão outro móvel que deixarei vazio, encherei de amor.
O amor será o combustível que suprirá o veículo que fará minha mudança.
Este veículo é meu espírito. Ficarei vigilante para que ele sofra constante manutenção, para que nunca falte este combustível que nada consome: o amor.
Para onde vou?
Vou em busca do paraíso, em busca do lugar que Deus nos ensina o caminho, e onde poderá haver somente felicidade.
Quer vir junto comigo?
Onde eu vou, qual é o lugar?
Este lugar fica bem pertinho de cada um de nós. Sabe onde fica? No seu interior, em nosso coração.
Mas para chegar lá preciso antes de mais nada: Fazer a minha mudança!
Irmã Auxiliadora, Graças á Deus
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