“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, eu estarei entre eles.”
Mateus,18:20.
Consoante a sua promessa, Jesus nos afirma estar presente, onde nos reunirmos em seu nome.
Ora, assim sendo, as energias de sua presença beneficiam a nós e aos circundantes, encarnados e desencarnados.
De fato, os espíritos já afirmaram que o Evangelho no Lar beneficia todo um conjunto de casas vizinhas, trazendo salutar conjunto de energias á uma região.
Tudo o que se pede é disciplina: marca-se um dia, determina-se uma hora, tenta-se repetir, nas semanas seguintes, o mesmo compromisso. Eis o caráter de uma reunião.
E a preparação do ambiente não pede nada. Ou seja, nossos pensamentos é quem devem ser preparados. Devemos cultivar a paz no ambiente doméstico, evitar discussões, perdoar, manter-nos em vigilância e oração.
Mas estas são regras para todos os dias. São hábitos que deveríamos manter.
Algumas pessoas colocam água em um recipiente, fazem uma oração para sua fluidificação, e servem ao término da reunião. Nada a opor. Mas também não é regra.
Outras chamam por seus anjos guardiães, ou benfeitores espirituais.
E por quê não? Mas devemos lembrar sempre em manter a simplicidade, evitar as ritualizações.
Devemos ter o cuidado em não transformar a reunião de Evangelho no Lar, em uma reunião mediúnica: não é este o seu caráter. Para isso, melhor aparelhada e mais propícia aos eventos, existe a casa espírita, com seus trabalhadores experientes e momentos pré-determinados.
De qualquer maneira, nossa mensagem é clara: junto com a preocupação em nos melhorarmos; ao lado da oração que sublima e da vigilância permanente de nossa conduta; a par com leituras edificantes; e, reforçando tudo isso, o Evangelho no Lar é ferramenta indispensável para a construção de Reino dos Céus prometido por Jesus, e ao nos convidar, o Nazareno se convida também, á entrar em nossas casas.
Seja bem vindo, Mestre Jesus, e que Sua paz permaneça nesta casa!
sábado, 11 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
O Evangelho no Lar
Queridos irmãos:
Gostaria de voltar a falar de um assunto muito caro á nós, trabalhadores da União Espírita, o Evangelho no Lar.
O Evangelho no Lar é uma reunião, onde as famílias reunidas retomam o hábito da época do Cristo, de discutirem temas úteis, na formação da moral de seus membros, e com o interesse de favorecerem os desencarnados mais próximos ao círculo familiar.
Nesse sentido, basta que as pessoas parem um pouco suas atividades, desliguem-se de seus problemas, coloquem-se em boa vibração, e abram um livro de elevado teor, para fazer uma leitura simples e um comentário breve sobre o lido. Nós, espíritas, recomendamos o Evangelho Segundo o Espiritismo, inclusive porque nele existem os comentários de Allan Kardec e dos espíritos superiores, mas a Bíblia, especialmente o Novo testamento, se presta igualmente ao comentário edificante.
Se as pessoas soubessem quanto bem se faz simplesmente por se fechar as portas para as energias negativas cultivadas pelos programas televisivos, o quão útil aos nossos filhos é uma reunião onde eles falam, ouvem e são ouvidos, o bem que nós fazemos aos nossos familiares que se foram antes de nós, somente por lembrá-los, citarmos seus nomes, emitirmos carinho, com certeza, muitos adeririam prontamente ao culto do Evangelho.
Mas como as pessoas querem ver, tocar, exigem coisas palpáveis, á moda de São Tomé, muitas não acreditam nisso, e deixam para amanhã o que poderiam fazer hoje.
Para essas pessoas, nós lembraríamos que o Mestre não fundou igreja nenhuma: aproveitava todas as oportunidades de visita aos lares, para apresentar suas idéias. E mais: pregava em praça pública, nas montanhas, em barcos, onde houvesse oportunidade de ser ouvido.
Então, tudo o que se pretende é retomar um hábito primitivo, cristão em sua essência, saudável para todos que o pratiquem, e que beneficia enormemente toda a humanidade, por mais simples que pareça.
E quem disse que para fazer o bem, tem que ser complicado?
Que todos fiquem em paz! Assim seja!
Gostaria de voltar a falar de um assunto muito caro á nós, trabalhadores da União Espírita, o Evangelho no Lar.
O Evangelho no Lar é uma reunião, onde as famílias reunidas retomam o hábito da época do Cristo, de discutirem temas úteis, na formação da moral de seus membros, e com o interesse de favorecerem os desencarnados mais próximos ao círculo familiar.
Nesse sentido, basta que as pessoas parem um pouco suas atividades, desliguem-se de seus problemas, coloquem-se em boa vibração, e abram um livro de elevado teor, para fazer uma leitura simples e um comentário breve sobre o lido. Nós, espíritas, recomendamos o Evangelho Segundo o Espiritismo, inclusive porque nele existem os comentários de Allan Kardec e dos espíritos superiores, mas a Bíblia, especialmente o Novo testamento, se presta igualmente ao comentário edificante.
Se as pessoas soubessem quanto bem se faz simplesmente por se fechar as portas para as energias negativas cultivadas pelos programas televisivos, o quão útil aos nossos filhos é uma reunião onde eles falam, ouvem e são ouvidos, o bem que nós fazemos aos nossos familiares que se foram antes de nós, somente por lembrá-los, citarmos seus nomes, emitirmos carinho, com certeza, muitos adeririam prontamente ao culto do Evangelho.
Mas como as pessoas querem ver, tocar, exigem coisas palpáveis, á moda de São Tomé, muitas não acreditam nisso, e deixam para amanhã o que poderiam fazer hoje.
Para essas pessoas, nós lembraríamos que o Mestre não fundou igreja nenhuma: aproveitava todas as oportunidades de visita aos lares, para apresentar suas idéias. E mais: pregava em praça pública, nas montanhas, em barcos, onde houvesse oportunidade de ser ouvido.
Então, tudo o que se pretende é retomar um hábito primitivo, cristão em sua essência, saudável para todos que o pratiquem, e que beneficia enormemente toda a humanidade, por mais simples que pareça.
E quem disse que para fazer o bem, tem que ser complicado?
Que todos fiquem em paz! Assim seja!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Reparemos nossas mãos...
Queridos irmãos, que a paz esteja com todos!
Já haviamos concluído nossas postagens referentes á Regra Áurea, já haviamos compreendido que o benfeitor espiritual Emmanuel quis enfatizar os atos do Cristo, como forma de valorizar a prática, e não permanecer apenas no discurso, quando encontramos na revista "Reformador", de Julho de 2009, pg. 21, este texto, que vai ser postado aqui, devido ao seu nexo com o assunto em questão.
REPAREMOS NOSSAS MÃOS
". . . Mostrou-lhes as suas mãos. . " - (JOÃO, 20:20.)
Reaparecendo aos discípulos, depois da morte, eis que Jesus, ao se identificar, lhes deixa ver o corpo ferido, mostrando-lhes destacadamente as mãos. . . As mãos que haviam restituído a visão aos cegos, levantando paralíticos, curado enfermos e abençoado velhinhos e crianças, traziam as marcas do sacrifício,transpassadas pelos cravos da cruz, lembravam-lhe a suprema renúncia.
As mãos do Divino Trabalhador não recolheram do mundo apenas calos do esforço intensivo na charrua do bem. Receberam feridas sanguinolentas e dolorosas . . .
O ensinamento recorda-nos a atividade das mãos em todos os recantos do Globo.
O coração inspira.
O cérebro pensa.
As mãos realizam.
Em toda a parte, agita-se a vida humana pelas mãos que comandam e obedecem.
Mãos que dirigem, que constroem, que semeiam, que afagam, que ajudam e que ensinam . . . E mãos que matam, que ferem, que apedrejam, que batem, que incendeiam, que amaldiçoam . . .
Todos possuímos nas mãos antenas vivas por onde se nos exterioriza a vida espiritual.
Reflete, pois, sobre o que fazes, cada dia.
Não olvides que, além da morte, nossas mãos exibem os sinais de nossa passagem pela Terra.
As do Cristo, o Eterno Benfeitor, revelavam as chagas obtidas na divina lavoura do amor. As tuas, amanhã, igualmente falarão de ti, no mundo espiritual, onde, interrompida a experiência terrestre, cada criatura arrecada as bênçãos ou as lições da vida, de acordo com as próprias obras.
Emmanuel.
Livro: Fonte Viva - Psicografia de Chico Xavier
Já haviamos concluído nossas postagens referentes á Regra Áurea, já haviamos compreendido que o benfeitor espiritual Emmanuel quis enfatizar os atos do Cristo, como forma de valorizar a prática, e não permanecer apenas no discurso, quando encontramos na revista "Reformador", de Julho de 2009, pg. 21, este texto, que vai ser postado aqui, devido ao seu nexo com o assunto em questão.
REPAREMOS NOSSAS MÃOS
". . . Mostrou-lhes as suas mãos. . " - (JOÃO, 20:20.)
Reaparecendo aos discípulos, depois da morte, eis que Jesus, ao se identificar, lhes deixa ver o corpo ferido, mostrando-lhes destacadamente as mãos. . . As mãos que haviam restituído a visão aos cegos, levantando paralíticos, curado enfermos e abençoado velhinhos e crianças, traziam as marcas do sacrifício,transpassadas pelos cravos da cruz, lembravam-lhe a suprema renúncia.
As mãos do Divino Trabalhador não recolheram do mundo apenas calos do esforço intensivo na charrua do bem. Receberam feridas sanguinolentas e dolorosas . . .
O ensinamento recorda-nos a atividade das mãos em todos os recantos do Globo.
O coração inspira.
O cérebro pensa.
As mãos realizam.
Em toda a parte, agita-se a vida humana pelas mãos que comandam e obedecem.
Mãos que dirigem, que constroem, que semeiam, que afagam, que ajudam e que ensinam . . . E mãos que matam, que ferem, que apedrejam, que batem, que incendeiam, que amaldiçoam . . .
Todos possuímos nas mãos antenas vivas por onde se nos exterioriza a vida espiritual.
Reflete, pois, sobre o que fazes, cada dia.
Não olvides que, além da morte, nossas mãos exibem os sinais de nossa passagem pela Terra.
As do Cristo, o Eterno Benfeitor, revelavam as chagas obtidas na divina lavoura do amor. As tuas, amanhã, igualmente falarão de ti, no mundo espiritual, onde, interrompida a experiência terrestre, cada criatura arrecada as bênçãos ou as lições da vida, de acordo com as próprias obras.
Emmanuel.
Livro: Fonte Viva - Psicografia de Chico Xavier
segunda-feira, 6 de julho de 2009
A Regra Áurea (3)
Caríssimos irmãos:
Chegamos ao fim de nossa trilogia acerca da Regra Áurea.
Hoje veremos uma formulação dada pelos espíritos sobre o assunto.
Emmanuel, em "Caminho, Verdade e Vida", dá outros exemplos da referida regra, procurando tirar o tema do campo das religiões, e vê-lo sob o ângulo dos povos, ou civilizações. Além disso, sua preocupação é salientar a atuação do Mestre: até a vinda de Jesus, tinhamos a orientação escrita, com Ele, veio a vivência prática.
Que todos tenham uma semana profícua em realizações.
"Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Jesus (Matheus 22:39).
Incontestavelmente, muitos séculos antes da vinda do Cristo já era ensinada no mundo a Regra Áurea, trazida por embaixadores de sua sabedoria e misericórdia. Importa esclarecer, todavia, que semelhante princípio era transferido com maior ou menor exemplificação de seus expositores.
Diziam os gregos: "Não façais ao próximo o que não desejais receber dele".
Afirmavam os persas: "Fazei como quereis que se vos faça".
Declaravam os chineses: "O que não desejais para vós, não façais a outrem".
Recomendavam os egípcios: "Deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si".
Doutrinavam os hebreus: "O que não quiserdes para vós, não desejeis para o próximo".
Insistiam os romanos: "A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo".
Na antiguidade, todos os povos receberam a lei de ouro da magnanimidade do Cristo.
Profetas, administradores, juízes, filósofos, porém, procederam como instrumentos mais ou menos identificados com a inspiração dos planos mais altos da vida. Suas figuras apagaram-se no recinto dos templos iniciáticos ou confundiram-se na tela do tempo em vista de seus testemunhos fragmentários.
Com o Mestre, todavia, a Regra Áurea é a novidade Divina, porque Jesus a ensinou e exemplificou, não com virtudes parciais, mas em plenitude de trabalho, abnegação e amor, à claridade das praças públicas, revelando-se aos olhos da Humanidade inteira."
Pelo Esírito: Emmanuel.
Psicografia: Francisco Cândido Xavier.
Livro: Caminho, Verdade e Vida - Ed. FEB.
Chegamos ao fim de nossa trilogia acerca da Regra Áurea.
Hoje veremos uma formulação dada pelos espíritos sobre o assunto.
Emmanuel, em "Caminho, Verdade e Vida", dá outros exemplos da referida regra, procurando tirar o tema do campo das religiões, e vê-lo sob o ângulo dos povos, ou civilizações. Além disso, sua preocupação é salientar a atuação do Mestre: até a vinda de Jesus, tinhamos a orientação escrita, com Ele, veio a vivência prática.
Que todos tenham uma semana profícua em realizações.
"Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Jesus (Matheus 22:39).
Incontestavelmente, muitos séculos antes da vinda do Cristo já era ensinada no mundo a Regra Áurea, trazida por embaixadores de sua sabedoria e misericórdia. Importa esclarecer, todavia, que semelhante princípio era transferido com maior ou menor exemplificação de seus expositores.
Diziam os gregos: "Não façais ao próximo o que não desejais receber dele".
Afirmavam os persas: "Fazei como quereis que se vos faça".
Declaravam os chineses: "O que não desejais para vós, não façais a outrem".
Recomendavam os egípcios: "Deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si".
Doutrinavam os hebreus: "O que não quiserdes para vós, não desejeis para o próximo".
Insistiam os romanos: "A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo".
Na antiguidade, todos os povos receberam a lei de ouro da magnanimidade do Cristo.
Profetas, administradores, juízes, filósofos, porém, procederam como instrumentos mais ou menos identificados com a inspiração dos planos mais altos da vida. Suas figuras apagaram-se no recinto dos templos iniciáticos ou confundiram-se na tela do tempo em vista de seus testemunhos fragmentários.
Com o Mestre, todavia, a Regra Áurea é a novidade Divina, porque Jesus a ensinou e exemplificou, não com virtudes parciais, mas em plenitude de trabalho, abnegação e amor, à claridade das praças públicas, revelando-se aos olhos da Humanidade inteira."
Pelo Esírito: Emmanuel.
Psicografia: Francisco Cândido Xavier.
Livro: Caminho, Verdade e Vida - Ed. FEB.
domingo, 5 de julho de 2009
A Regra Áurea (2)
Caríssimos amigos:
Tentemos fazer um trabalho de reflexão. De preferência isenta e sem preconceitos.
Saibamos que muitos já perceberam essas semelhanças entre as diversas doutrinas religiosas, e tentaram entendê-las.
A análise imparcial deste tema nos leva a considerar a hipótese de que todos esses ensinamentos tiveram a mesma fonte, uma fonte exterior ás civilizações humanas, atemporal e onipresente. E esta não é uma descrição aproximada de Deus, Alá, Jeová, ou seja o nome que for?
Ou alguém poderia objetar que não foi o próprio Deus, mas sim algum intermediário: mestre, guia, mentor, espírito santo, espírito, anjo, arcanjo, etc. E o que muda na essência do argumento?
Desenvolvendo a reflexão, entendemos que a percepção de uma única fonte nos desarroja de nossa posição de fanatismo religioso, ou dogmatização excessiva, para reconhecer na religião ou crença dos outros, próximos ou distantes no tempo e no espaço geográfico, um dado cultural importante, aproveitado pela espiritualidade superior, na busca da melhoria da humanidade.
Vejam esta importante reflexão que se encontra em portaluz.
“Considerando que a fonte daqueles dez semelhantes ensinamentos desta Regra Áurea é a mesma, como também podemos considerar este fato?
Resposta - Como um convite implícito (ou explícito?) para pelo menos compreendermos o Universalismo que consiste não somente no respeito a todas religiões alheias, e sim também na prática da Religiosidade sem a obrigatoriedade do intermédio (ditatorial ou não) dessa ou daquela religião.”
Nós, da União Espírita de Peruíbe, vemos as religiões enquanto formas pedagógicas de educar as pessoas, modelos, mais ou menos adequados ás necessidades de cada um. E como modelos, não são aplicáveis á todos, indistintamente. Cabe a nós escolhermos o modelo que mais se conforme conosco, que mais nos seja útil para fazermos nossa melhoria individual, que menos violente nossas convicções éticas e morais, lembrando sempre que podemos não ter religião alguma, se assim o quisermos, mas não devemos esquecer á advertência que a regra áurea nos coloca, de nos amarmos e respeitarmos uns aos outros.
Está claro que a mensagem foi enviada várias vezes para nós, e que sua repetição é um indício de sua importância. Não sejamos indiferentes á ela.
E que a paz seja com todos!
P.S.: Amanhã concluiremos, colocando neste espaço como a Doutrina Espírita vê a “Regra Áurea” e o papel do Cristo com relação á ela.
Tentemos fazer um trabalho de reflexão. De preferência isenta e sem preconceitos.
Saibamos que muitos já perceberam essas semelhanças entre as diversas doutrinas religiosas, e tentaram entendê-las.
A análise imparcial deste tema nos leva a considerar a hipótese de que todos esses ensinamentos tiveram a mesma fonte, uma fonte exterior ás civilizações humanas, atemporal e onipresente. E esta não é uma descrição aproximada de Deus, Alá, Jeová, ou seja o nome que for?
Ou alguém poderia objetar que não foi o próprio Deus, mas sim algum intermediário: mestre, guia, mentor, espírito santo, espírito, anjo, arcanjo, etc. E o que muda na essência do argumento?
Desenvolvendo a reflexão, entendemos que a percepção de uma única fonte nos desarroja de nossa posição de fanatismo religioso, ou dogmatização excessiva, para reconhecer na religião ou crença dos outros, próximos ou distantes no tempo e no espaço geográfico, um dado cultural importante, aproveitado pela espiritualidade superior, na busca da melhoria da humanidade.
Vejam esta importante reflexão que se encontra em portaluz.
“Considerando que a fonte daqueles dez semelhantes ensinamentos desta Regra Áurea é a mesma, como também podemos considerar este fato?
Resposta - Como um convite implícito (ou explícito?) para pelo menos compreendermos o Universalismo que consiste não somente no respeito a todas religiões alheias, e sim também na prática da Religiosidade sem a obrigatoriedade do intermédio (ditatorial ou não) dessa ou daquela religião.”
Nós, da União Espírita de Peruíbe, vemos as religiões enquanto formas pedagógicas de educar as pessoas, modelos, mais ou menos adequados ás necessidades de cada um. E como modelos, não são aplicáveis á todos, indistintamente. Cabe a nós escolhermos o modelo que mais se conforme conosco, que mais nos seja útil para fazermos nossa melhoria individual, que menos violente nossas convicções éticas e morais, lembrando sempre que podemos não ter religião alguma, se assim o quisermos, mas não devemos esquecer á advertência que a regra áurea nos coloca, de nos amarmos e respeitarmos uns aos outros.
Está claro que a mensagem foi enviada várias vezes para nós, e que sua repetição é um indício de sua importância. Não sejamos indiferentes á ela.
E que a paz seja com todos!
P.S.: Amanhã concluiremos, colocando neste espaço como a Doutrina Espírita vê a “Regra Áurea” e o papel do Cristo com relação á ela.
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