Reforçando o convite:
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
"Não há ensinamento real sem a ocorrência do amor"
Queridos Amigos:
Mais uma mensagem de nossas reuniões mediúnicas. Esperamos que seja útil para a reflexão de todos!
Não há ensinamento real sem a ocorrência do amor.
A Doutrina Espírita impele a conduta certa. Ela aponta o caminho correto para alcançarmos a harmonia individual e coletiva.
É necessária uma reforma íntima para nossa própria evolução, mas para isso é importante mantermos atenção constante para praticarmos os ensinamentos que a Doutrina nos oferece: a reverência á Deus e o profundo respeito á Ele, juntamente com o amor e a caridade.
A reverência á Deus é exemplificada pela nossa habilidade em considerar como principal caridade a seguir o mandamento “amai-vos uns aos outros”.
Seguindo este preceito e reverenciando nosso Deus, manteremos nossa vida regrada e amorosa.
No entanto, quando se diz uma vida amorosa, dizemos que ela precisa ter regras. Ou seja, precisamos amar intensamente, mas considerarmos que não convém ter benevolência absoluta a tudo. Uma benevolência exacerbada leva ao comodismo e a negligência.
Por outro lado, temos que apresentar severidade na mesma medida. A Espiritualidade quer que sejamos verdadeiros, mas não agressivos. A agressividade conduz ao afastamento entre nós e nossos irmãos e, muitas vezes, a rebeldia e a revolta.
Temos como espíritas que sermos um exemplo de boa conduta, condizente com os ensinamentos da nossa Doutrina.
Faz parte da caridade ensinarmos o que de bom aprendemos. Mas para ensinarmos precisamos vivenciar estes ensinamentos. Devemos também praticá-los.
Temos a tendência de exigir que nosso irmão aja com disciplina e tenha um comportamento digno. Mas, como serão nossas ações?
Ensinar é ser. Temos que ser o que ensinamos.
Vamos tomar nossos filhos como exemplo: nossos filhos, desde a mais tenra idade, absorvem nossas ações sem nenhum filtro. Portanto, se quisermos deles um bom comportamento, temos que ensiná-los com exemplos.
Os filhos aprendem mais com nossas ações do que pelo que dizemos. E porque isso acontece?
Porque eles nos admiram, nos respeitam, nos amam, e por isso nos copiam.
A essência da educação é o exemplo, é a conduta que temos no lar.
Mas estes exemplos também podem ser levados á nossa família da Casa Espírita.
Nossas ações neste lugar também estão sendo atentamente observadas, e muitas vezes copiadas.
Se somos referenciais para as pessoas, seremos também imitados. Aí está a importância de nosso comportamento: ações dignas = imitações dignas.
Outro aspecto importante é o uso das palavras. As palavras têm o poder de destruir ou de edificar.
Palavras ditas do coração amoroso e do fundo da sensatez são palavras que mudam comportamentos, mudam crenças, mudam a vida material e espiritual.
Isto é válido para todos os discursos. É válido para uma palestra, para um atendimento fraterno, para uma palavra de esperança, ao se comentar sobre enfermidades, ou sobre os doentes, sobre o comportamento de um irmão ou sobre uma conduta religiosa.
Antes de utilizarmos qualquer frase, vamos refletir sobre o peso dela, sobre o seu significado, e como a palavra vai repercutir.
Diante do exposto dá para sentirmos a nossa responsabilidade. A palavra deve ser emitida se sai perfumada pela caridade, para auxiliar, para dirigir, para orientar.
Se não for para ajudar, o silêncio será bem mais salutar.
Faz parte da caridade ensinar o que de bom aprendemos, praticar o que ensinamos, e perguntar ou adquirir informações daquilo que ignoramos.
Tenhamos humildade para reconhecermos que somos um instrumento de Deus nesta tarefa redentora.
Cada um, então, faça uma reflexão do que aqui foi dito, e então use o livre-arbítrio que o Senhor nos presenteou.
Fiquem na paz de Deus, e que Jesus fique satisfeito com todos como tarefeiros.
Frei Augustus.
Fiquem com a Virgem Maria. Amém.
Mais uma mensagem de nossas reuniões mediúnicas. Esperamos que seja útil para a reflexão de todos!
Não há ensinamento real sem a ocorrência do amor.
A Doutrina Espírita impele a conduta certa. Ela aponta o caminho correto para alcançarmos a harmonia individual e coletiva.
É necessária uma reforma íntima para nossa própria evolução, mas para isso é importante mantermos atenção constante para praticarmos os ensinamentos que a Doutrina nos oferece: a reverência á Deus e o profundo respeito á Ele, juntamente com o amor e a caridade.
A reverência á Deus é exemplificada pela nossa habilidade em considerar como principal caridade a seguir o mandamento “amai-vos uns aos outros”.
Seguindo este preceito e reverenciando nosso Deus, manteremos nossa vida regrada e amorosa.
No entanto, quando se diz uma vida amorosa, dizemos que ela precisa ter regras. Ou seja, precisamos amar intensamente, mas considerarmos que não convém ter benevolência absoluta a tudo. Uma benevolência exacerbada leva ao comodismo e a negligência.
Por outro lado, temos que apresentar severidade na mesma medida. A Espiritualidade quer que sejamos verdadeiros, mas não agressivos. A agressividade conduz ao afastamento entre nós e nossos irmãos e, muitas vezes, a rebeldia e a revolta.
Temos como espíritas que sermos um exemplo de boa conduta, condizente com os ensinamentos da nossa Doutrina.
Faz parte da caridade ensinarmos o que de bom aprendemos. Mas para ensinarmos precisamos vivenciar estes ensinamentos. Devemos também praticá-los.
Temos a tendência de exigir que nosso irmão aja com disciplina e tenha um comportamento digno. Mas, como serão nossas ações?
Ensinar é ser. Temos que ser o que ensinamos.
Vamos tomar nossos filhos como exemplo: nossos filhos, desde a mais tenra idade, absorvem nossas ações sem nenhum filtro. Portanto, se quisermos deles um bom comportamento, temos que ensiná-los com exemplos.
Os filhos aprendem mais com nossas ações do que pelo que dizemos. E porque isso acontece?
Porque eles nos admiram, nos respeitam, nos amam, e por isso nos copiam.
A essência da educação é o exemplo, é a conduta que temos no lar.
Mas estes exemplos também podem ser levados á nossa família da Casa Espírita.
Nossas ações neste lugar também estão sendo atentamente observadas, e muitas vezes copiadas.
Se somos referenciais para as pessoas, seremos também imitados. Aí está a importância de nosso comportamento: ações dignas = imitações dignas.
Outro aspecto importante é o uso das palavras. As palavras têm o poder de destruir ou de edificar.
Palavras ditas do coração amoroso e do fundo da sensatez são palavras que mudam comportamentos, mudam crenças, mudam a vida material e espiritual.
Isto é válido para todos os discursos. É válido para uma palestra, para um atendimento fraterno, para uma palavra de esperança, ao se comentar sobre enfermidades, ou sobre os doentes, sobre o comportamento de um irmão ou sobre uma conduta religiosa.
Antes de utilizarmos qualquer frase, vamos refletir sobre o peso dela, sobre o seu significado, e como a palavra vai repercutir.
Diante do exposto dá para sentirmos a nossa responsabilidade. A palavra deve ser emitida se sai perfumada pela caridade, para auxiliar, para dirigir, para orientar.
Se não for para ajudar, o silêncio será bem mais salutar.
Faz parte da caridade ensinar o que de bom aprendemos, praticar o que ensinamos, e perguntar ou adquirir informações daquilo que ignoramos.
Tenhamos humildade para reconhecermos que somos um instrumento de Deus nesta tarefa redentora.
Cada um, então, faça uma reflexão do que aqui foi dito, e então use o livre-arbítrio que o Senhor nos presenteou.
Fiquem na paz de Deus, e que Jesus fique satisfeito com todos como tarefeiros.
Frei Augustus.
Fiquem com a Virgem Maria. Amém.
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