Meus amigos:
Hoje é quinta-feira, temos trabalho em nossa casinha, e começaremos a postar neste espaço um resumo de nossa palestra do dia. Sempre que possível, pouco antes, ou no dia seguinte, estaremos comentando os temas pertinentes á nosso trabalho.
Hoje falaremos de Bezerra de Menezes, benfeitor espiritual extremamente benquisto por todos irmãos. Bezerra foi um espírito iluminado, que praticou a lei de caridade em seu sentido pleno, em sua última encarnação, enquanto médico, no Brasil do Séc. XIX. O livro "Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho", de Humberto de Campos, através da mediunidade de Chico Xavier, nos mostra um painel claro sobre a importância deste irmão, nos rumos do Espiritismo nascente em nossas terras. Eu tenho por mim, e isto é apenas uma opnião, que este livro relata de forma alegórica certas passagens, como as em que Jesus é "avisado" pelo Anjo Ismael de certos eventos, como a escravidão dos negros, por exemplo, e isto não se coaduna com o entendimento de que nosso Divino Mestre "sabe" de tudo relativo ao nosso planeta. Portanto, deveriamos conferir menor ênfase na hora de afirmar que tal coisa aconteceu ou não, de acordo com este livro. Mas, a se acreditar no relato dos espíritos, somos informados de que Bezerra, após uma encarnação profícua, passou a trabalhar espiritualmente no espaço do Brasil, arregimentando médicos e auxiliares para as correntes socorristas, o que explica o fato de em muitas casas espíritas e em muitos evangelhos-no-lar, deixarmos á cargo desse irmão e seus auxiliares a fluidificação das águas, a serem usadas no tratamento dos encarnados. Maiores informações, compareçam á nosso trabalho, hoje (quinta-feira), ás 19h00. E que todos tenha um excelente dia. Graças á Deus.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
A Semente
Havia um monastério nas altas e geladas montanhas do Tibet, onde os monges levavam uma vida simples, trabalhavam todos os dias cantando.
Um dia o Mestre estava no pátio passeando e levando palavras de amor ao monges como costumava fazer todas as manhãs, de repente avistou um monge olhando cabisbaixo para uma pedaço de terra, se aproximou e perguntou:
- Meu filho, que tanto você olha para este pedaço de chão?
- Sabe o que é mestre, eu sempre achei que esta terra estava mal aproveitada ai um dia observei que os pássaros que pousam aqui em nosso pátio desprezavam sementes então resolvi jogá-las na terra para ver se germinavam. Mas como o senhor pode perceber nada aconteceu.
Entristecidos e sem perceberem que os demais monges paravam de cantar, ficaram ali por mais um tempo a contemplar o pedaço de chão.
Silenciosamente e solitáriamente cada monge que ouviu aquela conversa resolveu seguir o exemplo do companheiro e apenas pegar as sementes deixadas pelos pássaros e jogá-las no solo fértil.
Veio o inverno e o frio era tanto que os monges se esqueceram de observar aquele pedaço de chão.
Mas quando chegou a primavera uma agradável surpresa se fez a todos, o mestre no seu passeio matinal reparou que aquele mesmo monge que outrora estava a olhar triste para o solo, estava reluzente , se aproximou e perguntou novamente:
- Meu filho que tanto você olha para este pedaço de chão?
O monge respondeu:
- Mestre, estou a contemplar o quão está colorido nosso jardim e a agradecer mais uma lição:
“Qualquer semente depositada em um solo fértil germina e faz de nossas vidas um jardim colorido.”
Um dia o Mestre estava no pátio passeando e levando palavras de amor ao monges como costumava fazer todas as manhãs, de repente avistou um monge olhando cabisbaixo para uma pedaço de terra, se aproximou e perguntou:
- Meu filho, que tanto você olha para este pedaço de chão?
- Sabe o que é mestre, eu sempre achei que esta terra estava mal aproveitada ai um dia observei que os pássaros que pousam aqui em nosso pátio desprezavam sementes então resolvi jogá-las na terra para ver se germinavam. Mas como o senhor pode perceber nada aconteceu.
Entristecidos e sem perceberem que os demais monges paravam de cantar, ficaram ali por mais um tempo a contemplar o pedaço de chão.
Silenciosamente e solitáriamente cada monge que ouviu aquela conversa resolveu seguir o exemplo do companheiro e apenas pegar as sementes deixadas pelos pássaros e jogá-las no solo fértil.
Veio o inverno e o frio era tanto que os monges se esqueceram de observar aquele pedaço de chão.
Mas quando chegou a primavera uma agradável surpresa se fez a todos, o mestre no seu passeio matinal reparou que aquele mesmo monge que outrora estava a olhar triste para o solo, estava reluzente , se aproximou e perguntou novamente:
- Meu filho que tanto você olha para este pedaço de chão?
O monge respondeu:
- Mestre, estou a contemplar o quão está colorido nosso jardim e a agradecer mais uma lição:
“Qualquer semente depositada em um solo fértil germina e faz de nossas vidas um jardim colorido.”
Registrando um sonho da nossa irmã Rosângela
Uma nova semente
Eis que pelas mãos caridosas de nossos trabalhadores, surge o blog de nossa casinha tão amada.
Que as bençãos de Jesus façam esta semente germinar, e com o apoio de todos os nossos irmãos consigamos ampliar o nosso trabalho, e possamos aprofundar o nosso contato com todos aqueles que se interessam pela seara espírita. Graças e graças á Deus.
Que as bençãos de Jesus façam esta semente germinar, e com o apoio de todos os nossos irmãos consigamos ampliar o nosso trabalho, e possamos aprofundar o nosso contato com todos aqueles que se interessam pela seara espírita. Graças e graças á Deus.
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