Queridos amigos e irmãos:
Lembramos que a partir de 2ª feira, 05 de dezembro, estaremos fechados para uma reforma estrutural em nossa casinha.
Voltaremos em 16 de janeiro, já em novo horário nas segundas-feiras, ás 14:00.
Os trabalhos de quinta-feira continuam ás 19:00.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
ANTE OS FALSOS PROFETAS
Queridos Amigos:
Poucas vezes um tema foi tão recorrente nas comunicações de Emmanuel, através de Chico Xavier, quanto este postado aqui.
Vê-se que o entendimento do autor espiritual ultrapassa em muito nossas discussões cotidianas quanto ao assunto.
Inserimos neste espaço quatro avaliações, distantes no tempo, mas que criam um painel claro quanto á sua posição. Os nomes e as datas entre parêntesis são os das obras de Chico, e vê-se que um texto foi reeditado posteriormente.
Que todos leiam, então, e tirem suas próprias conclusões quanto á sua conduta, lembrando sempre as recomendações do Mestre quanto á trave e o argueiro.
ANTE OS FALSOS PROFETAS (Religião dos Espíritos, 1960)
Acautela-te em atribuir aos falsos profetas o fracasso de teus empreendimentos morais.
Recorda que todos somos tentados, segundo a espécie de nossas imperfeições.
Não despertarás a fome do peixe com uma isca de ouro, nem atrairás a atenção do cavalo com um prato de pérolas, mas, sim, ofertando-lhes à percepção leve bocado sangrento ou alguma concha de milho.
Desse modo, igualmente, todos somos induzidos ao erro, na pauta de nossa própria estultícia.
Dominados de orgulho, cremos naqueles que nos incitam à vaidade e, sedentos de posse, assimilamos as sugestões infelizes de quantos se proponham explorar-nos a insensatez e a cobiça.
É preciso lembrar que todos somos, no traje físico ou dele desenfaixados, espíritos a caminho, buscando na luta e na experiência os fatores da evolução que nos é necessária, e que, por isso mesmo, se já somos aprendizes do Cristo, temos a obrigação de buscar-lhe o exemplo para metro ideal de nossa conduta.
Não vale, assim, alegar confiança na palavra de quantos nos sustentam a fantasia, com respeito a fictícios valores de que sejamos depositários, no pressuposto de que venham até nós, na condição de desencarnados; pois que a morte do corpo é, no fundo, simples mudança de vestimenta, sem afetar, na maioria das circunstâncias, a nossa formação espiritual.
“Não creias, desse modo, em todo espírito”, diz-nos o Apóstolo, porquanto semelhante atitude envolveria a crença cega em nossos próprios enganos, com a exaltação de reiterados caprichos.
O ouvido que escuta é irmão da boca que fala.
Ilusão admitida é nossa própria ilusão.
Apetite insuflado é apetite que acalentamos.
Mentira acreditada é a própria mentira em nós.
Crueldade aceita é crueldade que nos pertence.
De alguma sorte, somos também a força com a qual entramos em sintonia.
Procuremos, pois, o Mestre dos mestres como sendo a luz de nosso caminho. E cotejando, com as lições d’Ele, avisos e informes, mensagens e advertências que nos sejam endereçados, desse ou daquele setor de esclarecimento, aprenderemos, sem sombra, que a humildade e o serviço são nossos deveres de cada hora, para que a verdade nos ilumine e para que o amor puro nos regenere, preservando-nos, por fim, contra o assédio de todo mal.
ENTRE FALSAS VOZES (Servidores no Além, 1989 e Levantar e Seguir, 1992)
Se a preguiça te pede: - "Descansa!", responde-lhe com algum acréscimo de esforço no trabalho que espera por teu concurso.
Se a vaidade te afirma: - "Ninguém existe maior que tu!", retribui com a humildade, reconhecendo que não passamos de meros servidores da vida, entre os nossos irmãos de luta.
Se o orgulho te diz: - "Não cedas!", aprende a esquecer-te, auxiliando sempre.
Se o ciúme te segreda aos ouvidos: - "A posse é tua!", guarda silêncio em tua alma e procura entender que o amor e o bem são bênçãos do Céu, extensiva a todos.
Se o egoísmo te aconselha: - "Retém!", abre as tuas mãos e distribui a bondade com os que te cercam.
Se a revolta te assevera: - "Reage e reivindica os teus direitos!", aguarda a Justiça Divina, trabalhando e servindo com mais abnegação.
Se a maldade te sugere: - "Vinga-te!", considera que mais vale amparar constantemente o companheiro, quanto temos sido auxiliados por Jesus, afim de que o amor fulgure em nossas vidas.
Os falsos profetas vivem nos recessos de nosso próprio ser.
Surgem, cada dia, invariáveis, na forma da intriga ou da maledicência, da leviandade ou da indisciplina, induzindo-nos a cerrar o coração contra a consciência.
Se aceitamos Jesus em nosso roteiro, ouçamos o que nos diz o seu ensinamento e apliquemo-nos à prática de Suas lições Sublimes.
Olvidemos as insinuações da ignorância e da treva, da crueldade e da má fé, que nos enrijecem o sentimento e, de coração unido à Vontade do Mestre, vendo a vida por seus olhos e ouvindo os nossos irmãos, através de seus ouvidos, estaremos realmente habituados à posição de intérpretes do seu Infinito Amor, em qualquer parte.
FALSOS PROFETAS (Levantar e Seguir, 1992)
Falso profeta não é somente aquele que perturba o serviço da fé religiosa.
Sempre que negamos a execução fiel dos nossos deveres, somos mistificadores, diante da Lei Divina, que nos emprestou os dons da Terra, em favor do aprimoramento de nós mesmos.
Na maledicência, somos falsos profetas da fraternidade.
Na discórdia, somos mistificadores da paz.
Na preguiça, somos charlatães do trabalho.
Na indiferença, somos inimigos do dever.
Toda vez que olvidamos as nossas obrigações de solidariedade para com os nossos semelhantes, que prejudicamos o serviço que nos cabe atender, que fugimos aos nossos testemunhos de humildade, que oprimimos as criaturas inferiores, somos falsos profetas do ideal superior que abraçamos com o Cristo.
A Terra é a nossa escola.
O Lar é o nosso templo.
O Próximo é o nosso irmão.
A Humanidade é a nossa família.
A Luta é o nosso aprendizado.
A Natureza é o livro sublime da vida.
Não nos esqueçamos, assim, de que, um dia, seremos chamados à prestação de contas dos talentos e dos favores que hoje desfrutamos, para resgatar o dia de ontem e santificar o dia de amanhã..
TENTAÇÕES (Saudação do Natal, 1995)
O êxito dos falsos profetas, em nossa vida, surge na proporção de falsidade que ainda abrigamos em nosso próprio espírito.
O ouro tenta o homem, mas não move o interesse do corvo. Os detritos atraem o corvo, mas apenas provocam a repugnância do homem.
Somos tentados invariavelmente de acordo com a nossa própria natureza.
A perturbação não lançaria raízes no solo de nossa alma, se aí não encontrasse terreno adequado.
Não nos libertaremos, assim, das forças enganadoras que nos cercam, sem a nossa própria libertação dos interesses inferiores.
O ouvido que oferece asilo à calúnia, é cultor da maledicência.
A boca que se detém na resposta ao insulto, naturalmente estima a produção verbal de crueldade e sarcasmo.
Quem muito se especializa na contemplação do charco, traz o pântano dentro de si.
Quem se consagra sistematicamente à fuga do próprio dever, aceita a comunhão com criaturas indisciplinadas como se convivesse com mártires e heróis.
Quem apenas possui visão para a crítica, encontra prazer com os censores inveterados e com os incuráveis pessimistas que somente identificam a treva ao redor dos próprios passos.
Tenhamos cautela em nós mesmos, a fim de que a nossa defensiva contra a mentira e contra a ilusão funcione, eficiente.
Não seríamos procurados pelos adversários da Luz se não cultivássemos a sombra.
Jamais ouviríamos o apelo às nossas vaidades se não vivêssemos reclamando o envenenado licor da lisonja ao nosso próprio “eu” enfermiço.
Procuremos as situações e os acontecimentos, as criaturas e as coisas pelo bem que possam produzir, nunca pelo estímulo ao nosso personalismo desregrado, e os problemas da tentação degradante estarão resolvidos em nossa marcha.
“A árvore é conhecida pelos frutos” ensina o Senhor, e seremos queridos e admirados pelos espíritos que nos rodeiam através de nossos próprios pensamentos e através de nossas próprias obras.
Sejamos fiéis ao Senhor, na prática do amor puro, em qualquer confissão religiosa a que nos afeiçoemos e as forças infiéis à verdade não encontrarão base em nossa vida, de vez que a Vontade Divina, e não o nosso capricho, será então a luz santificadora de nosso próprios corações.
Poucas vezes um tema foi tão recorrente nas comunicações de Emmanuel, através de Chico Xavier, quanto este postado aqui.
Vê-se que o entendimento do autor espiritual ultrapassa em muito nossas discussões cotidianas quanto ao assunto.
Inserimos neste espaço quatro avaliações, distantes no tempo, mas que criam um painel claro quanto á sua posição. Os nomes e as datas entre parêntesis são os das obras de Chico, e vê-se que um texto foi reeditado posteriormente.
Que todos leiam, então, e tirem suas próprias conclusões quanto á sua conduta, lembrando sempre as recomendações do Mestre quanto á trave e o argueiro.
ANTE OS FALSOS PROFETAS (Religião dos Espíritos, 1960)
Acautela-te em atribuir aos falsos profetas o fracasso de teus empreendimentos morais.
Recorda que todos somos tentados, segundo a espécie de nossas imperfeições.
Não despertarás a fome do peixe com uma isca de ouro, nem atrairás a atenção do cavalo com um prato de pérolas, mas, sim, ofertando-lhes à percepção leve bocado sangrento ou alguma concha de milho.
Desse modo, igualmente, todos somos induzidos ao erro, na pauta de nossa própria estultícia.
Dominados de orgulho, cremos naqueles que nos incitam à vaidade e, sedentos de posse, assimilamos as sugestões infelizes de quantos se proponham explorar-nos a insensatez e a cobiça.
É preciso lembrar que todos somos, no traje físico ou dele desenfaixados, espíritos a caminho, buscando na luta e na experiência os fatores da evolução que nos é necessária, e que, por isso mesmo, se já somos aprendizes do Cristo, temos a obrigação de buscar-lhe o exemplo para metro ideal de nossa conduta.
Não vale, assim, alegar confiança na palavra de quantos nos sustentam a fantasia, com respeito a fictícios valores de que sejamos depositários, no pressuposto de que venham até nós, na condição de desencarnados; pois que a morte do corpo é, no fundo, simples mudança de vestimenta, sem afetar, na maioria das circunstâncias, a nossa formação espiritual.
“Não creias, desse modo, em todo espírito”, diz-nos o Apóstolo, porquanto semelhante atitude envolveria a crença cega em nossos próprios enganos, com a exaltação de reiterados caprichos.
O ouvido que escuta é irmão da boca que fala.
Ilusão admitida é nossa própria ilusão.
Apetite insuflado é apetite que acalentamos.
Mentira acreditada é a própria mentira em nós.
Crueldade aceita é crueldade que nos pertence.
De alguma sorte, somos também a força com a qual entramos em sintonia.
Procuremos, pois, o Mestre dos mestres como sendo a luz de nosso caminho. E cotejando, com as lições d’Ele, avisos e informes, mensagens e advertências que nos sejam endereçados, desse ou daquele setor de esclarecimento, aprenderemos, sem sombra, que a humildade e o serviço são nossos deveres de cada hora, para que a verdade nos ilumine e para que o amor puro nos regenere, preservando-nos, por fim, contra o assédio de todo mal.
ENTRE FALSAS VOZES (Servidores no Além, 1989 e Levantar e Seguir, 1992)
Se a preguiça te pede: - "Descansa!", responde-lhe com algum acréscimo de esforço no trabalho que espera por teu concurso.
Se a vaidade te afirma: - "Ninguém existe maior que tu!", retribui com a humildade, reconhecendo que não passamos de meros servidores da vida, entre os nossos irmãos de luta.
Se o orgulho te diz: - "Não cedas!", aprende a esquecer-te, auxiliando sempre.
Se o ciúme te segreda aos ouvidos: - "A posse é tua!", guarda silêncio em tua alma e procura entender que o amor e o bem são bênçãos do Céu, extensiva a todos.
Se o egoísmo te aconselha: - "Retém!", abre as tuas mãos e distribui a bondade com os que te cercam.
Se a revolta te assevera: - "Reage e reivindica os teus direitos!", aguarda a Justiça Divina, trabalhando e servindo com mais abnegação.
Se a maldade te sugere: - "Vinga-te!", considera que mais vale amparar constantemente o companheiro, quanto temos sido auxiliados por Jesus, afim de que o amor fulgure em nossas vidas.
Os falsos profetas vivem nos recessos de nosso próprio ser.
Surgem, cada dia, invariáveis, na forma da intriga ou da maledicência, da leviandade ou da indisciplina, induzindo-nos a cerrar o coração contra a consciência.
Se aceitamos Jesus em nosso roteiro, ouçamos o que nos diz o seu ensinamento e apliquemo-nos à prática de Suas lições Sublimes.
Olvidemos as insinuações da ignorância e da treva, da crueldade e da má fé, que nos enrijecem o sentimento e, de coração unido à Vontade do Mestre, vendo a vida por seus olhos e ouvindo os nossos irmãos, através de seus ouvidos, estaremos realmente habituados à posição de intérpretes do seu Infinito Amor, em qualquer parte.
FALSOS PROFETAS (Levantar e Seguir, 1992)
Falso profeta não é somente aquele que perturba o serviço da fé religiosa.
Sempre que negamos a execução fiel dos nossos deveres, somos mistificadores, diante da Lei Divina, que nos emprestou os dons da Terra, em favor do aprimoramento de nós mesmos.
Na maledicência, somos falsos profetas da fraternidade.
Na discórdia, somos mistificadores da paz.
Na preguiça, somos charlatães do trabalho.
Na indiferença, somos inimigos do dever.
Toda vez que olvidamos as nossas obrigações de solidariedade para com os nossos semelhantes, que prejudicamos o serviço que nos cabe atender, que fugimos aos nossos testemunhos de humildade, que oprimimos as criaturas inferiores, somos falsos profetas do ideal superior que abraçamos com o Cristo.
A Terra é a nossa escola.
O Lar é o nosso templo.
O Próximo é o nosso irmão.
A Humanidade é a nossa família.
A Luta é o nosso aprendizado.
A Natureza é o livro sublime da vida.
Não nos esqueçamos, assim, de que, um dia, seremos chamados à prestação de contas dos talentos e dos favores que hoje desfrutamos, para resgatar o dia de ontem e santificar o dia de amanhã..
TENTAÇÕES (Saudação do Natal, 1995)
O êxito dos falsos profetas, em nossa vida, surge na proporção de falsidade que ainda abrigamos em nosso próprio espírito.
O ouro tenta o homem, mas não move o interesse do corvo. Os detritos atraem o corvo, mas apenas provocam a repugnância do homem.
Somos tentados invariavelmente de acordo com a nossa própria natureza.
A perturbação não lançaria raízes no solo de nossa alma, se aí não encontrasse terreno adequado.
Não nos libertaremos, assim, das forças enganadoras que nos cercam, sem a nossa própria libertação dos interesses inferiores.
O ouvido que oferece asilo à calúnia, é cultor da maledicência.
A boca que se detém na resposta ao insulto, naturalmente estima a produção verbal de crueldade e sarcasmo.
Quem muito se especializa na contemplação do charco, traz o pântano dentro de si.
Quem se consagra sistematicamente à fuga do próprio dever, aceita a comunhão com criaturas indisciplinadas como se convivesse com mártires e heróis.
Quem apenas possui visão para a crítica, encontra prazer com os censores inveterados e com os incuráveis pessimistas que somente identificam a treva ao redor dos próprios passos.
Tenhamos cautela em nós mesmos, a fim de que a nossa defensiva contra a mentira e contra a ilusão funcione, eficiente.
Não seríamos procurados pelos adversários da Luz se não cultivássemos a sombra.
Jamais ouviríamos o apelo às nossas vaidades se não vivêssemos reclamando o envenenado licor da lisonja ao nosso próprio “eu” enfermiço.
Procuremos as situações e os acontecimentos, as criaturas e as coisas pelo bem que possam produzir, nunca pelo estímulo ao nosso personalismo desregrado, e os problemas da tentação degradante estarão resolvidos em nossa marcha.
“A árvore é conhecida pelos frutos” ensina o Senhor, e seremos queridos e admirados pelos espíritos que nos rodeiam através de nossos próprios pensamentos e através de nossas próprias obras.
Sejamos fiéis ao Senhor, na prática do amor puro, em qualquer confissão religiosa a que nos afeiçoemos e as forças infiéis à verdade não encontrarão base em nossa vida, de vez que a Vontade Divina, e não o nosso capricho, será então a luz santificadora de nosso próprios corações.
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