Queridos irmãos:Continuemos nossa digressão acerca dos trabalhadores da obra do Senhor.
Até este momento nos mantivemos na análise das passagens que utilizavam o termo “trabalhadores”. Agora, passamos áquelas com uso do termo “servo”, que utiliza o termo mais adequado ás relações de trabalho da época do Cristo.
Apesar de tentar fazer um estudo geral, procuraremos acompanhar uma seqüência lógica do Novo Testamento, para não confundir, ao invés de esclarecer.
Evitaremos, portanto, misturar muitas citações para não ficarmos obscuros.
“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento á seu tempo?
Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim.
Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.
Mas se aquele mau servo disser no seu coração: O meu senhor tarde virá;
E começar a espancar os seus conservos, e a comer e a beber com os ébrios,
Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe,
E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes.” Mateus, XXIV:45-51. (Semelhante em Marcos,XIII: 34-37)
O servo vigilante mantém as coisas organizadas, para não ser surpreendido com a chegada de seu Senhor. O invigilante, que não trata com igualdade seus irmãos, que chafurda nos erros, será surpreendido com a necessidade de prestação de contas, e será igualado aos hipócritas, segundo Jesus, recebendo a mesma punição que estes.
Aqui retorna a crítica ao ócio e ao emprego do tempo na prática do mal, item apenas subtendido na “Parábola da Vinha”.
Em continuação, o Mestre exemplifica os conceitos com a “Parábola dos Talentos”, Mateus, XXV:13-29, onde três servos recebem “talentos”, conforme sua “capacidade” (15), e devolvem ao seu Senhor, de acordo com seu trabalho. Um deles, conforme se sabe, enterra o talento, por medo de seu Senhor (25), e é admoestado por não ter usado do bem que lhe foi emprestado, e é advertido de que até o que pensamos ter, se não for por nós bem utilizado, nos será tirado.
É claro que o entendimento correto demonstra que o que temos pertence á Deus, é transitório, devemos fazer bom uso, senão nos será retirado, não por punição, mas por necessidade de aprendizagem.
O grande culpado de nossas mazelas somos nós mesmos, por nossa incúria.
Em Marcos, IX:35, entramos na recomendação da humildade aos trabalhadores da obra do Senhor.
Jesus dirige-se diretamente aos apóstolos, especialmente aos que pelo caminho vinham disputando que era o maior entre eles: “...chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos.”
Percebamos que a lógica é repetida: os últimos/os primeiros; os maiores/os menores.
Ênfase permanente do Cristo na humildade. Impossível esquecer o Sermão da Montanha, e entender que as recomendações gerais de Jesus, se aplicam em particular aos que desejarem trabalhar em sua obra:“bem aventurados os mansos, os humildes, os pacíficos, os pacificadores, etc.
E Jesus dá o exemplo, como sempre:
“Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.”Marcos,X:45.
Na próxima postagem continuaremos.
Pedimos antecipadas desculpas por nos alongar, mas consideramos o assunto deveras interessante.
Fiquem todos em paz, e na companhia de Jesus.
Até este momento nos mantivemos na análise das passagens que utilizavam o termo “trabalhadores”. Agora, passamos áquelas com uso do termo “servo”, que utiliza o termo mais adequado ás relações de trabalho da época do Cristo.
Apesar de tentar fazer um estudo geral, procuraremos acompanhar uma seqüência lógica do Novo Testamento, para não confundir, ao invés de esclarecer.
Evitaremos, portanto, misturar muitas citações para não ficarmos obscuros.
“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento á seu tempo?
Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim.
Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.
Mas se aquele mau servo disser no seu coração: O meu senhor tarde virá;
E começar a espancar os seus conservos, e a comer e a beber com os ébrios,
Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe,
E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes.” Mateus, XXIV:45-51. (Semelhante em Marcos,XIII: 34-37)
O servo vigilante mantém as coisas organizadas, para não ser surpreendido com a chegada de seu Senhor. O invigilante, que não trata com igualdade seus irmãos, que chafurda nos erros, será surpreendido com a necessidade de prestação de contas, e será igualado aos hipócritas, segundo Jesus, recebendo a mesma punição que estes.
Aqui retorna a crítica ao ócio e ao emprego do tempo na prática do mal, item apenas subtendido na “Parábola da Vinha”.
Em continuação, o Mestre exemplifica os conceitos com a “Parábola dos Talentos”, Mateus, XXV:13-29, onde três servos recebem “talentos”, conforme sua “capacidade” (15), e devolvem ao seu Senhor, de acordo com seu trabalho. Um deles, conforme se sabe, enterra o talento, por medo de seu Senhor (25), e é admoestado por não ter usado do bem que lhe foi emprestado, e é advertido de que até o que pensamos ter, se não for por nós bem utilizado, nos será tirado.
É claro que o entendimento correto demonstra que o que temos pertence á Deus, é transitório, devemos fazer bom uso, senão nos será retirado, não por punição, mas por necessidade de aprendizagem.
O grande culpado de nossas mazelas somos nós mesmos, por nossa incúria.
Em Marcos, IX:35, entramos na recomendação da humildade aos trabalhadores da obra do Senhor.
Jesus dirige-se diretamente aos apóstolos, especialmente aos que pelo caminho vinham disputando que era o maior entre eles: “...chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos.”
Percebamos que a lógica é repetida: os últimos/os primeiros; os maiores/os menores.
Ênfase permanente do Cristo na humildade. Impossível esquecer o Sermão da Montanha, e entender que as recomendações gerais de Jesus, se aplicam em particular aos que desejarem trabalhar em sua obra:“bem aventurados os mansos, os humildes, os pacíficos, os pacificadores, etc.
E Jesus dá o exemplo, como sempre:
“Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.”Marcos,X:45.
Na próxima postagem continuaremos.
Pedimos antecipadas desculpas por nos alongar, mas consideramos o assunto deveras interessante.
Fiquem todos em paz, e na companhia de Jesus.
