segunda-feira, 6 de julho de 2009

A Regra Áurea (3)

Caríssimos irmãos:
Chegamos ao fim de nossa trilogia acerca da Regra Áurea.
Hoje veremos uma formulação dada pelos espíritos sobre o assunto.
Emmanuel, em "Caminho, Verdade e Vida", dá outros exemplos da referida regra, procurando tirar o tema do campo das religiões, e vê-lo sob o ângulo dos povos, ou civilizações. Além disso, sua preocupação é salientar a atuação do Mestre: até a vinda de Jesus, tinhamos a orientação escrita, com Ele, veio a vivência prática.
Que todos tenham uma semana profícua em realizações.

"Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Jesus (Matheus 22:39).

Incontestavelmente, muitos séculos antes da vinda do Cristo já era ensinada no mundo a Regra Áurea, trazida por embaixadores de sua sabedoria e misericórdia. Importa esclarecer, todavia, que semelhante princípio era transferido com maior ou menor exemplificação de seus expositores.

Diziam os gregos: "Não façais ao próximo o que não desejais receber dele".

Afirmavam os persas: "Fazei como quereis que se vos faça".

Declaravam os chineses: "O que não desejais para vós, não façais a outrem".

Recomendavam os egípcios: "Deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si".

Doutrinavam os hebreus: "O que não quiserdes para vós, não desejeis para o próximo".

Insistiam os romanos: "A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo".

Na antiguidade, todos os povos receberam a lei de ouro da magnanimidade do Cristo.

Profetas, administradores, juízes, filósofos, porém, procederam como instrumentos mais ou menos identificados com a inspiração dos planos mais altos da vida. Suas figuras apagaram-se no recinto dos templos iniciáticos ou confundiram-se na tela do tempo em vista de seus testemunhos fragmentários.

Com o Mestre, todavia, a Regra Áurea é a novidade Divina, porque Jesus a ensinou e exemplificou, não com virtudes parciais, mas em plenitude de trabalho, abnegação e amor, à claridade das praças públicas, revelando-se aos olhos da Humanidade inteira."

Pelo Esírito: Emmanuel.
Psicografia: Francisco Cândido Xavier.
Livro: Caminho, Verdade e Vida - Ed. FEB.

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