Bom dias, irmãos e amigos.
Sempre que ocorre o falecimento de celebridades, como foi o caso de ontem, 25/06, temos o excesso jornalístico e a glamurização como contrapartida imediata. Se vamos comentar rapidamente os eventos, não é para aumentar o volume destes excessos, mas sim para aproveitar elementos do cotidiano das pessoas em nossas reflexões, que pretendemos úteis.
O Espiritismo não teme a morte, respeita a morte. Também não teme os mortos, mas os respeita profundamente. Por outro lado, engana-se quem pensa que o Espiritismo seja a religião dos mortos: se ele afirma que a vida continua sempre, ele é a religião dos vivos, e bem vivos, por sinal, haja vista que, em determinadas circunstâncias, se comunicam conosco.
Dentro desta lógica, mais importante que como e quando alguém desencarnou, será refletirmos sobre como alguém viveu, o que fez da concessão divina da vida, em que aproveitou suas oportunidades. Pensamos o mesmo á respeito de Jesus, nosso Mestre amado: mais importante que cultivarmos elementos relativos á sua morte, é analisar sua vida, seus exemplos, suas lições de caráter sublime. Por isso o Espiritismo é uma doutrina científica, filosófica e religiosa isenta de apegos ritualísticos, símbolos mórbidos, etc.
Não vamos emitir julgamentos á respeito da vida de ningúem, celebridade ou não, mas gostaríamos de salientar que todas as vidas têm o mesmo peso perante o nosso Pai, e todos prestaremos contas ao término de cada jornada. Os critérios são os mesmos para todos: quanto de bem fizestes com os meios á sua disposição? Fostes resignado com relação ao que o Pai lhe concedeu? E o mal, participastes de sua ação?
Que o tribunal de nossa consciência nos forneça elementos de paz todos os dias, para não sermos surpreendidos ao término de nossa jornada.
Que assim seja!
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